Um hospital quinhentista destruído por um terramoto, um mosteiro medieval submerso por um rio e uma antiga casa da alfândega do século XIV, que a lenda diz ter sido o berço do Infante D. Henrique. Três casos diferentes, recuperados pela arqueologia urbana. Três casos diferentes de preservação do património.
O primeiro, as ruínas do Hospital Real de Todos os Santos, encontradas em plena Praça da Figueira, em Lisboa, não vão sobreviver ao negócio de um parque de estacionamento subterrâneo. Os outros, Igreja de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra e a Casa do Infante, no Porto, constituem exemplos positivos do que deve ser feito em arqueologia urbana.
